domingo, 16 de fevereiro de 2014

Se Karl Marx tivesse estudado Administração... (Stepehn Kanitz)

Na época de Karl Marx havia pouco capital e poucos capitalistas.
Tanto que os marxistas criaram como seu símbolo a foice e o martelo, bens de capital que custam menos que R$ 10,00.
Um tear mecânico custava na época em torno de R$ 1.000,00, só que aumentava a produtividade do tecelão em mais de 10 vezes.
Num primeiro momento este aumento de produção não chegava a afetar o preço do tecido que ficava praticamente igual, nem do trabalhador.
Os primeiros donos de teares passaram a ganhar nove vezes mais do que na produção manual.
O lucro inicialmente se tornou colossal.
Foi isto que Karl Marx viu, e infelizmente achou que era o normal e não um fenômeno sui generis.
Do dia para a noite, o lucro que era de 10% sobre um tecido passou a ser de 50%, uma baba. O que permitiu a compra de mais teares.
Pergunte a um empresário ou capitalista o que ele acha de fornecedores que embutem margens de lucro de 50%.
Garanto que ele responderá “um bando de ladrões”, a mesma análise feita por Karl Marx. Como isto é possível?
Karl Marx não entendia de Processos Dinâmicos. Ele não tinha à sua disposição um Excel.
Não conseguiu ir além da sua análise da situação da época, não conseguia simular o futuro nem como tudo isto iria terminar.
Sem Excel e Matemática de Processos Dinâmicos, Marx achava que as Margens de Lucro seriam cada vez maiores, os capitalistas seriam cada vez mais ricos, e os trabalhadores cada vez mais pobres.
Mas isto foi um chute, não uma constatação científica.
O que Karl Marx não entendeu?
O mínimo de administração.
As empresas reinvestem 90% dos seus lucros, devolvem por assim dizer a mais valia de Marx, de volta para a sociedade comprando mais e mais teares.
Maior produtividade e mais teares começavam a saturar o mercado da época e os preços despencaram.
Marx, o intelectual mais influente do mundo depois de Adam Smith, previu incorretamente que a margem de lucro das empresas ficaria cada vez maior e não menor.
Previu também que o número de capitalistas da época ficaria cada vez menor, e no final, na mão de uma única pessoa.
Karl Marx achou que eventualmente haveriam poucos capitalistas dominando tudo, auferindo todo o lucro, e bastaria uma pequena revolução para eliminá-los e teríamos a sociedade justa e igualitária de imediato.
Só que as margens de lucro despencaram de 50% para 2% sobre o preço de venda
Como todo administrador previa na época.
Basta ler as edições de Melhores e Maiores.
Hoje quem cobra 50% do povo consumidor é o Estado, via impostos. A maioria das empresas tem margens de lucro de 5%, e 20% delas operam no prejuízo.
Basta consultar a edição.
Por quê?
Em Administração descobrimos que era melhor ganhar pouco (2%) de muita gente do que fabricar Rolls Royce para poucos.
Era melhor ganhar somente 2% de muita gente do que ganhar 50% de pouca gente.
Algo que Marx não imaginou que poderia ocorrer.
Honestamente, você se incomoda em dar 2% do preço do produto para o empreendedor que criou o produto que não existia, que organizou toda a equipe de produção, que gerou todo o sistema administrativo, que paga bem seus funcionários dando creches, educação e fundos de pensão que deveria ser função do Estado?
Que arrisca um dia quebrar e perder tudo porque você não gosta do produto, que produz antecipadamente para que você sempre possa comprar aquilo que você precisa?
Eu não pegaria em armas para destruir este sistema, para entregar tudo a gestores de estatais que nem sempre são tão eficientes e comprometidos com o consumidor.
Se aparecer um setor com 50% de lucro, a saída é permitir mais concorrência que irá reduzir a margem, em vez de dar poderes monopolísticos para a Petrobras, a Vale, aos Correios, a Caixa, ao Banco do Brasil e assim por diante.
Karl Marx nunca estudou administração, e não percebeu que capitalismo se combate com mais capitalismo, com mais “concorrência”, algo que não existe nas escolas de Marxismo, onde os professores têm monopólio, emprego vitalício, onde o melhor aluno jamais lhe substituiria como professor.
Marxistas, Socialistas, Trotskistas, Maoistas, Stalinistas, Chavistas, Castristas, enfim, não perceberam que já em 1800, administradores estavam substituindo os barões capitalistas do passado e que os trabalhadores seriam proprietários das ações das empresas em que trabalhavam, via os Fundos de Pensão que nós administradores criamos.
Metade das ações das 500 maiores empresas americanas estão hoje na mão de seus funcionários, e a outra metade nas mãos das viúvas dos antigos funcionários.
Fomos nós administradores que implantamos a justiça que Marx tanto sonhou, e não os acadêmicos socialistas como Arrow, Joan Robinson, e Paul Sweezy.
Karl Marx ensinou três gerações de acadêmicos a pregarem a estatização, os monopólios estatais.
Petrobras, Vale, Eletrobrás, Sabesp vendem commodities até hoje.
Não precisam de administradores que acrescentam valor à matéria prima.
Precisam de acadêmicos que saibam determinar o Preço de Mercado e nada mais.
Se Karl Marx tivesse estudado administração, Rússia, Cuba, China, Índia e o Brasil não estariam tão atrasados como estão hoje.




* Artigo publicado originalmente no site de Stephen Kanitz, cedido gentilmente ao site Administradores.com. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

LEI SECA x QUALIDADE NO TRANSPORTE

          Nesse último fim de semana tentei fazer a "coisa certa"... para não beber e dirigir, peguei um taxi, exatamente como manda o figurino. Só tive problemas e incomodações. Não iria fazer alarde sobre o ocorrido pois já me haviam alertado sobre a precariedade do serviço de táxis em Foz, porém, para minha surpresa e por uma coincidência incrível, abro a Gazetinha de hoje e está lá, o presidente do Coopertaxi alardeando um suposto serviço de excelência na Terra das Cataratas... essa afirmação realmente trouxe-me toda a indignação e revolta que passei no sábado a noite de volta...
          Fui a uma formatura no Country Club e me diverti bastante, tranquilo inclusive pois não teria problemas com meu carro já que estava de táxi. Cerca de 2:00 am, tentei contratar a corrida de volta e a tortura começou. Liguei para um ponto e ninguém atendeu. Liguei para um segundo ponto e nada novamente. Liguei em um terceiro ponto (alí ao lado do Hotel Bella Italia) e o energúmeno que atendeu comentou que estava muito ocupado (as duas da manhã???) pois teria que ir ao aeroporto e estava sozinho. Esperei então cerca de 15 minutos e liguei nesse mesmo ponto e por fim consegui um taxista que faria o "favor" de buscar-me e me levar pra casa. Creio que deva ter demorado mais uns 10 minutos quando chegou o tal taxista... o rapaz estava de bermuda e chinelo e mais embriagado que os formandos da festa. Como não tinha outra opção, tive que me juntar ao bebum e ir pra casa torcendo para não cairmos em uma blitz.
          Relato aqui essa situação pois, se efetivamente quiserem que os motoristas comecem a se acostumar a deixar seus carros em casa, precisam melhorar (e muito) os seus serviços. Poderiam começar, por exemplo, montando uma central única, com atendentes treinados para que o usuário não tenha que ficar ligando para diversos números e contar com a sorte. Poderiam ainda, realizar algum tipo de treinamento para ao menos conscientizar os condutores de táxi que moramos em uma cidade turística e muitas vezes, são esses profissionais o cartão de visita de nossa cidade. Pelo que vi nesse fim de semana, o cartão de visita era sujo e amassado.
          Não quero generalizar nessas linhas e tampouco colocar todos os taxistas em um mesmo "balaio" pois conheço vários que são excelentes profissionais e que dão orgulho à nossa cidade porém, o que aconteceu comigo nesse sábado é realmente inadmissível.
          Poderia ainda entrar no mérito do valor cobrado (pois sabemos que aqui em Foz é extremamente mais caro que em Curitiba por exemplo) mas isso é assunto para outro post.
          Abraço a todos e se beber não dirija!!!!!!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

COMPRAS ON LINE

O título do post pode levar o leitor a pensar que trataremos de segurança nas compras on line, de cartões de crédito ou do sigilo nas informações bancárias. Na verdade é um breve relato referente uma tentativa de compra on line...
 
     Um supermercado de uma grande rede instalada em Foz, tentando entrar na seara do comércio eletrônico... Elabora um site, mostra seus produtos com se fossem gôndolas acessíveis a um simples clique no mouse, preços e ofertas anunciadas e tudo mais.
Agora começam os problemas:
-site extremamente confuso e demorado (pesado);
-instruções ambíguas;
-"se quiser pagar com cartão selecione a opção pagamento em dinheiro que o entregador irá apresentar uma maquininha para não ter problema com a operadora..." (alguém entendeu essa instrução???)
     Para piorar, alguns ítens que constam no site não constam no estoque da loja e, dessa forma, algumas horas depois liga um atendente informando (e pedindo desculpas) que o ítem solicitado não consta nos estoques. Você então pergunta de algum ítem que não consta no site e para surpresa, eles tem no estoque e irão entregar...  Oras, você já está fazendo a compra pela internet exatamente por não ter tempo (ou vontade) de ir ao estabelecimento porém tem que perder seu precioso tempo conversando com uma atendente, escutando pedidos de desculpas e trocando seu pedido.
     Bom, após os contratempos, chega o entregador (sempre mal humorado) e, para nossa surpresa, com o pedido faltando 40% dos ítens e sobrando outras sacolas que deveriam ter sido entregues em outra residência.
     Resumindo a "obra", perdemos mais tempo do que indo ao mercado, só tivemos complicações e principalmente, ainda não estamos com os mantimentos requisitados.
     A grande pergunta é: vale a pena para essa rede entrar nesse mercado do comércio virtual sem uma estrutura rígida e controlada? Qual o objetivo deles? Somente dizer que realizam esse tipo de transação em detrimento de um bom atendimento?  Outra questão importante: vale realmente a pena investirem nesse segmento, tendo em vista que, caso não oferecessem essa "vantagem", nos obrigaríamos a ir ao mercado de qualquer forma?
     E por fim: o que esse estabelecimento vende? Comida ou serviços?  Essa questão é extremamente importante pois, se for comida, não conseguiram cumprir com seu propósito (não recebemos as compras) e se for serviço, tampouco lograram êxito haja visto a demora e o péssimo atendimento.
     É meus caros, apenas pra começar o ano ( e com a geladeira vazia).
SAPS 
 

Para ilustrar, segue abaixo link de um estudo de caso. Creio que o gerente desse supermercado poderia ler o post abaixo para tentar entender melhor qual o propósito e os objetivos de sua empresa. Boa leitura a todos.
http://pt.scribd.com/doc/53070519/Case-White-Martins-O-cliente-precisa-de-furos-e-nao-de-brocas
 
 
 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PARTIDOS POLÍTICOS

       IDEOLOGIA, EU QUERO UMA PRA VIVER... ao começar o texto com o refrão da música do amigo Cazuza, já deixo a mostra do que o texto tratará... exatamene da falta de ideologia partidária no Brasil, onde temos centenas de letrinhas (PSDBPTPMDCPCDOPVPQPPPPQQXXXUUSOORS...) que não significam absolutamente nada para os políticos e muito menos para os eleitores.
       Essa situação toda descamba para o fisiologismo partidário, onde novas siglas são criadas a bel prazer sendo utilizadas tão somente como "partidos de aluguel" onde os senhores candidatos pulam entre partidos como se fossem macacos fazendo macaquices nos galhos das florestas.
      Vamos aproveitar que estamos em época de eleições municipais e pergunte ao seu candidato a vereador se ele já leu alguma vez o estatuto de seu partido. Se sabe as diretrizes, os objetivos, as metas, a cultura e a filosofia desse partido... posso assegurar que esse candidato não saberá sequer o que significam aquelas letrinhas...
       Porque é importante tratarmos disso?? Ora, os partidos no Brasil servem apenas como trampolim eleitoral; em nosso país os partidos fogem de toda e qualquer concepção a que foram criados e transformam-se tão somente em bandos que se reúnem de 4 em 4 anos, vendem vagas para disputas eleitorais e negociam cadeiras e postos em secretarias e ministérios após o pleito. Desnecessário dizer que com esse fisiologismo, acabam sendo nomeados secretários inaptos e ministros da pesca que nem sequer gostam de peixe entre outras situações esdruxulas.
        Me recordo quando me filiei ao PV (Partido Verde)... entrei no site, pesquisei, li tudo sobre o partido, desde sua fundação até as alterações estatutárias, procurei o diretório municipal, filiei-me, fui membro do diretório por 2 anos (segundo secretário) e participava ativamente da conduta do partido na cidade. Por motivos particulares acabei me afastando dos trabalhos (voluntários) no partido porém continuei acompanhando (e ainda sou filiado) pois acho importante sermos politizados.
        Acabei comentando o tema do PV apenas para fazer um mea culpa pois, apesar de ser totalmente contra esses políticos profissionais que trocam de legenda como eu troco de camiseta, pela primeira vez votarei no PT (partido dos trabalhadores) para vereador, indo contra meu próprio partido e contra alguns de meus preceitos. Tudo culpa da amizade fraternal e admiração que tenho com um candidato e por saber de suas capacidades administrativas, pragmáticas e honestas... esse é o Professor Pacheco, com certeza o melhor candidato a vereador por Foz do Iguaçu... só não soube escolher o partido rsrssrsrsr.


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

UMA FÁBULA A ÁLCOOL

Recebi por mail, texto atribuido ao escritor Celio Pezza.
Confesso que não sabia disso e fiquei "de cara", mas não é de se duvidar tendo em vista ser em nosso país comandado por vocês sabem quem...
Boa leitura e excelente fds a todos.

Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar.

Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos.

Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.

A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio.

Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina.

Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.

Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.

A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor.

A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo.

Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

“De tanto ver triunfar as nulidades,o homem chega a desanimar da virtude...a ter vergonha de ser honesto”

Mais um textinho que recebi e acho importantíssima a leitura. Sabemos que nessa época (quando as eleições se avizinham) muito se fala e pouco se age.
Espero sinceramente que o texto abaixo nos de um pouco de luz.
Abração e excelente semana a todos.


O augusto e iluminado Rui Barbosa discursa na sua renúncia ao cargo de senador em 1921: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.
Faço as seguintes perguntas: “Você tem vergonha de ser brasileiro?” “Você é honesto?” “Vale a pena ser honesto e virtuoso nos dias atuais?”. Leonardo Adriano
O povo não gosta muito de política e isso é fato, basta ver o resultado de algumas eleições.
 “o povo não vota errado, somos nós que não sabemos orientá-lo”. Ele até que não está errado, a democracia brasileira é muito jovem, tem pouco mais que vinte anos e o maior problema é que quando votamos “errado” leva-se muito tempo para corrigir o rumo.
Como você pode ver, o problema não é tão simples… Primeiramente, não valorizamos o voto nesses representantes, o que faz deles, em minha opinião, parlamentares ocos. Se não sabemos porque votamos, como criticá-los por não fazer o que queremos? Ainda assim, nem nos damos ao “trabalho” de fiscalizarmos as suas ações, muito menos somos propositivos.
O que me preocupa é o famoso “jeitinho brasileiro”. Em 2005 ocorreu o famoso mensalão, caixa dois comprovado pelo maior partido do país, o PT, e o que aconteceu? Nada. Em qualquer outro lugar do mundo o partido seria dizimado, aqui ficou o dito pelo não dito e tudo bem. Ocorreu até uma reeleição e também a sucessão. Tudo bem que o outro candidato era menos simpático e populista, mas temos que ter limite. Corrupção é corrupção e ponto final.
Voltando ao problema principal, creio que apenas os anos trarão políticos mais empenhados em resolver os problemas daqueles que os elegem.
Enquanto isso sugiro a todos que se politizem, tanto faz para qual partido ou candidato, mas não se alienem.
O façam com respeito e educação, aos que não vieram com isso de fábrica, finjam que vieram. Comecem pelos seus vereadores, escolha um que se identifique com seu bairro e passem a enviar críticas, reclamações, sugestões e elogios pertinentes a sua comunidade.
Parem de reclamar uns com os outros e promovam ações para melhor a vida do coletivo. Se quisermos políticos melhores, precisamos melhor muito como cidadãos.
“Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles gostam”. – Platão