quinta-feira, 5 de abril de 2012

DÚVIDAS PASCAIS

Para darmos um pouco de risada utilizando como mote a páscoa que se avizinha.

DÚVIDAS PASCAIS
(L.F.Veríssimo)

- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na
Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o
que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele
ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus
Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado!
Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa
pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação
cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me
perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no
catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é
o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe
entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora
explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de
presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era... era melhor, sim... ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né?
- É.
- Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
- Que dia e que mês?
- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu
na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de
Aleluia.
- Um dia depois!
- Não, três dias depois.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de
Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e
ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua
professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do
Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- Ui...
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus
Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido,
não acha?
- Ai Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo

segunda-feira, 26 de março de 2012

CULTURA NO BRASIL

Recebi dias atrás texto atribuido a Erico Veríssimo (digo atribuido pois parece não ter sido escrito realmente por esse grande colorado) e que falava extremamente mal do Big Brother e realities da TV brasileira.
Concordei com quase 100% do que estava escrito no texto pois o mesmo criticava a banalização do sexo, a vulgarização das pessoas, a idiotice dos participantes entre outras... o que gostaria de comentar aqui não é se esse BBB é bom ou ruim, se é nocivo para as pessoas (inclusive crianças) ou não, se é mais um programa inútil e que enche os cofres das emissoras...  comento aqui outra situação, do porquê das pessoas que criticam esse tipo de programa também não criticarem outras porcarias que somos bombardeados diariamente. Exemplificarei para que fique mais fácil o entendimento do que seriam essas porcarias:

-TELENOVELAS>desde a década de 1970 somos obrigados a assistir essa perda de tempo e fanfarronices que são as novelas. TODAS ELAS, desde a das 18:00 até a das 20:00 passando pelos dramalhões mexicanos comprados aos montes pelas emissoras.

-MÚSICAS ABOBALHANTES>começando lá atrás pela "boquinha da garrafa", (que as crianças assistiam e imitavam), passando pelos Créus e suas velocidades, e culminando com "ai se eu te pego" e outras falácias chamadas de música popular. (isso sem falar nos breganejos e universitários...)

-ENLATADOS AMERICANOS, também comprados aos montes pelas emissoras. Sem criatividade  e sem conexão com a realidade brasileira.

Muitas outras "atrações" nos são enfiadas "guela abaixo" e ainda assim ninguém (ou quase ninguém) critica ou os que criticam não são ouvidos. Hipocrisia total.

Para terminar o texto e só pra constar, ontem começou outro reality show, o TUF que irá levar ao UFC os caras que melhor mostrarem seu MMA.  Depois de traduzidas essas letrinhas em inglês, chegaremos a conclusão que é mais um enlatado americano vendido pela Globo que fará com que todos passem a gostar desse esporte, esporte esse que até ontem era execrado pela mídia e tido como selvagem e brutal mas que agora, após lapidado pela poderosa emissora, é o "esporte que mais cresce no Brasil" e a "nova paixão nacional".  Aliás,  assisti ontem até o começo da madrugada e gostei rsrsrsrssr.
SAPS
Abração a todos.

quarta-feira, 7 de março de 2012

TAXAS/TARIFAS BANCÁRIAS

Esse texto abaixo que recebi anonimamente por e-mail (parabéns ao autor) conseguiu expressar toda a raiva e indignação com as instituições bancárias brasileiras.
Boa leitura


Esta carta foi enviada ao Banco Itaú, porém, devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras. Tenho que prestar reverência ao brasileiro(a) que, apesar de ser altamente explorado(a), ainda consegue manter o bom humor.

Senhores Diretores do Banco Itaú,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..
Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito'"- equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos
gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a manutenção da conta" semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua".
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho".
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma!
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas.!?!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ECOLOGIA!!!

Recebi essa por mail e não poderia deixar de compartilhar:


Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.


A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.

A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas,   ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

POLÍTICA

Invariavelmente o que lemos sobre política e políticos nos jornais, poderia/deveria ser publicado nas páginas policiais tamanho é o desrespeito com o bem público e com os eleitores.
Quando temos bons (e raros) exemplos porém, devemos também dar a atenção necessária para que talvez sirva de exemplo aos demais colegas eleits pelo povo.
O exemplo citado trata-se do dep. JOSE ANTONIO REGUFFE, que com atitudes simples e corretas economizará quase 3 milões de reais dos cofres. Imaginem a multiplicação em reais, se os demais 500 deputados (pra que tanta gente assim???) seguissem seu exemplo.
No link abaixo segue a entrevista do deputado à revista ISTO É.
Boa leitura.
http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/104706_UM+HOMEM+FICHA+LIMPA

http://www.youtube.com/watch?v=HDG-inCmvpI&context=C317c30dADOEgsToPDskLwM0m0ddfYTpP3b4uweNJw

http://www.facebook.com/reguffe

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PRECONCEITO

Recebi uma foto que acho interessante compartilhar.
Um pouco de respeito com o país vizinho é sempre bem vindo.



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

COPA DO BRASIL












Ainda que atrasado, vale o registro. O time feminino de futebol de campo de Foz do Iguaçu, sagrou-se campeão brasileiro e representará nosso país na Copa Libertadores da América em 2012.

Isso me lembra do saudoso FozFutsal da década de 1990 que tantas alegrias nos deu, que foi palco inclusive de encontros amorosos de casais iguaçuenses (meu primeiro encontro com minha esposa foi num desses jogos em 1996). Esse time do Foz que nos representava na Liga Nacional de Futsal e que tinha apoio governamental mas que, infelizmente, após desmando de alguns MANINHOS e afins, acabou rebaixado agora para a série prata do estadual.
Para quem lembra, entendeu a parte em vermelho, para quem não entendeu, basta ler as manchetes da época.

Parabéns moças do futebol iguaçuense!!!!!